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Editorial de Julho

130 dias de guerra e o Moçambique continua a ter uma posição de neutralidade! Incompreensível!

Uma lição a aprender:

Prevenção, visão preventiva contra usurpadores!

“Precisa saber perder, numa visão de atingir a PAZ!

 

Aproveitando da História de Moçambique!

 

1.      Guerra colonial (1964 a 1975) – 13 anos incompreensíveis, quando toda a Europa já se tinha resignado (1961) e entregue o poder aos Países colonizados!

Oficialmente, a guerra teve início a 25 de Setembro de 1964, com um ataque ao posto administrativo de Chai de Cabo Delgado, e terminou com um cessar-fogo a 8 de Setembro de 1974, com o Acordo de Lusaka, resultando numa independência negociada em 1975.

Do ponto de vista militar, o contingente militar português foi sempre superior durante todo o conflito contra as forças de guerrilha. Embora em desvantagem, as forças da FRELIMO saíram vitoriosas, após a Revolução dos Cravos em Lisboa, a 25 de Abril de 1974, que acabou com o regime ditatorial em Portugal. Moçambique acabaria por obter a sua independência em 25 de Junho de 1975, após mais de 400 anos de presença portuguesa nesta região de África. De acordo com alguns historiadores da Revolução Portuguesa do 25 de Abril, este golpe de Estado militar foi impulsionado principalmente pelo esforço de guerra e impasses políticos nos diversos territórios ultramarinos de Portugal, pelo desgaste do regime então vigente e pela pressão internacional

 

2.      Guerra entre Renamo e Frelimo: duas fases: (1976 a 1992) e (2012 a 2019) – (16 + 7) = 23 anos de guerra civil! com gente surda e cega!

Durante 16 anos, o Governo da FRELIMO e os rebeldes da RENAMO viveram uma violenta guerra civil, que terminou com a assinatura do Acordo Geral de Paz em Outubro de 1992.

A 21 de Outubro de 2013, a RENAMO anunciou o fim do Acordo Geral de Paz, após as forças governamentais terem atacado a base da RENAMO na Gorongosa, centro do país. Seguiu uma outra fase de um conflito armado que terminou em novas negociações de paz entre o Governo da FRELIMO e a RENAMO em 2019.

O que aconteceu em Moçambique, em muitos Países se repetiu a mesma experiência e as guerras proliferam hoje em muitas nações, tais como a Somália, o Yemen, a Etiópia, o Myanmar, o Haiti, a Síria, o Afeganistão e os Militantes islâmicos na Mali, Niger, Burkina Faso, Somália, Congo e no nosso Moçambique… sem falar da atual guerra mais sangrenta da Ucrânia perpetrada pela Rússia.

Esta última que vivemos todos os dias parece ser a mais cruenta. Não há limites de ações injustas e cada dia que passa tanto inocentes morrem e aumenta dia a dia o número de refugiados. A Ganância do presidente (presidente escrito em caracteres pequenos, porque este título não se apropria a ele.. sendo sádico e opressor até aos limites da nossa imaginação) da Rússia ultrapassou qualquer limite dos ditadores, conhecidos na história. É tempo que recue das suas conquistas e se vole a respeitar os direitos do Povo da Ucrânia!

3.      A sede de Poder é a causa principal de todas estas aberrações da vida humana. E pensar que temos tantos problemas de Doenças endêmicas, tanta fome e pobreza, tantas calamidades que sacodem a Terra e os seus habitantes…. E os grandes no Poder, pensam somente em si, no seu poder, em não perder qualquer conquista, de modo que toda a riqueza fique com eles. São “bestas” que vivem neste Mundo, espero, por um curtíssimo tempo e depois devem desaparecer do mesmo Mundo e serem esquecidos da História!

 

4.      A mentira nas ações pintadas em benefício do Povo! A força destes grandes Governantes que oprimem o Povo reside na capacidade de não mostrar a verdade, pintando a realidade sempre no aspeto positivo, sem apresentar propostas que vem da base e que melhorem significativamente a situação económica e social.

O Povo da Rússia ainda hoje acredita no se Presidente… que consegue camuflar toda a estratégia de matanças e as opressões na mesma Rússia…

Em Moçambique, a gente é muito simples e ainda hoje por qualquer programa de desenvolvimento que se realiza, agradece tanto e canta e dança pelos donos que o Governo oferece. É pensar que passaram 47 anos desde a independência…. E ainda falta água, eletricidade, escolas, transporte, hospitais e remédios…. Todas coisas que estão à base do direito de cada um desde o seu nascimento.

 

5.      Os nossos desentendimentos no dia a dia e a necessidade de prevenir: descemos ao concreto das nossas vidas. As situações de guerra que vemos no Mundo, se refletem no nossa vida quotidiana. Devemos saber viver em paz connosco, na nossa família, na nossa Organização humanitária e na nossa sociedade. A luta pela PAZ deve partir de nós e qualquer contaste não pode ser eludido e adiado. A forma melhor porém para manter a PAZ…. E a necessidade da Prevenção. Devemos sempre antecipar o surgimento de contraste que levam à guerra com uma capacidade de Prevenir, de criar as condições antecipadas de respeito, de atendimento, de equilíbrio de forças. A Paz depende de nós!

 

6.      A necessidade de reconciliar: Mas, os contrastes podem acontecer. Nesse caso, sem iniciar um caminho burocrático de defesa dos seus direitos, precisa iniciar o caminho que leva à PAZ… é o caminho da Reconciliação com a capacidade de saber perder algo para voltar a uma situação de Paz.

 

7.      A visão de um conciliador – Mandela: Tivemos a sorte de conviver por vários anos com ele e cm a sua capacidade de governação. Nada de atitudes ditatoriais e de vingança, mas sempre aberto a entender e escolhe o melhor caminho para o bem do seu Povo.

 

 

Concluindo este editorial, no meio de tantos desentendimentos que existem no mundo e às vezes na nossa Organização, convido todos a nos tornar-mos sempre positivos e aberto ao diálogo sereno e construtivo, sempre dedicados à causa dos Pobres e ao seu crescimento!

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Um abraço forte, 

Domenico Liuzzi,

Director Nacional da KULIMA.

 

 

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