EDITORIAL – Maio 2016 

 Quanto é difícil entender-se entre oposições contrárias, apesar de todas declarar que a maior exigência é a PAZ, que abre o caminho ao desenvolvimento do País!

 

Como entender isso?

Sempre se fala de “cabeça dura”, todos os políticos ficam conotados de “mentirosos”, as responsabilidades no Poder são vistas como ocasião de prestígio e de cativar permanentemente fundos para o próprio interesse.

Não há nada de genuíno em tudo isso. E, quando se fala que os que exercem o serviço público devem ser verdadeiros servidores, não sorriem na cara, mas dentro, nem sequer aceitam ouvir isso!

Quanta mentira em tudo isso! Quanta hipocrisia manifesta!

O que se constata no nosso País é a ganância, o ilícito que se torna lícito… e tudo isso nem seio das nossas famílias, onde as futuras gerações nem sequer ganham experiência e orgulhos dos seus Pais. Qual é o Filho, o Sobrinho ou Neto que deu seguimento aos exemplos dos “Grandes Pais” da Nação? Todos preferiram fugir procuram algo para estar longe de ser discípulo dos Heróis da Nação. Nem UM!

Excluindo as figuras de Mondlane pela sua grande visão sobre a futura Governação de Moçambique e de Samora, que soube nos seus improvisos históricos ditar linhas de postura revolucionária e de grande respeito do Povo, a seguir, quanta fraqueza de governação, quanta pobreza de liderança, quanta nulidade de postura de serviço, em vista do crescimento dum País. Muitas palavras, muitos compromissos entre os grandes e quanta pouca vontade de mudança, de assumir o que verdadeiramente o povo necessita para crescer.

As Palavras e dizeres:

PAZ, Boa Governação, Direito à informação e ao trabalho, o crescimento do País baseado na produção agrícola, o respeito das tradições, a mesma promoção da Mulher e da criança, e tantas outras que são pronunciadas, somente para “o inglês ver”, sem que sejam interiorizadas e aplicadas na integra,

são palavras proferidas ao vento. Desaparecem ao mesmo tempo que são pronunciadas, porque na cabeça deles existem outras coisas, outros interesses, outras aos planos diabólicos, que fazem com que aumenta a Pobreza no País.

Assim os diálogos, os encontros se multiplicam sem surtir efeitos e somente o medo das armas e da restrição dos fundos do exterior obrigam a encontrar outros mecanismos para poder encontrar o caminho da PAZ.

Que acabe esta mentira mesmo pintada na cara deles. Que saibam ser honestos e sinceros. Os nossos filhos hão de se lembrar deles somente se forem assim! Ao contrário, como o vento, cedo ou tarde vão desaparecer no esquecimento geral de todos!

 

 


 

Um abraço forte 

Domenico Liuzzi

Director Nacional da KULIMA

 

 

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