Editorial de Fevereiro

 

Em busca de Soluções financeiras!

 

Dia 22 de Fevereiro, encontro com os Administrativos da Delegação da UE de Maputo. Dia negro, pior que uma tempestade! Um encontro que se pode classificar como enjoativo, desiludente, mesquinho e sem mencionar outras palavras de carácter negativo. Perante verdades claras, perante factos de serviços realizados, sem que houve desvios ou fraude… estes burocratas administrativos e de monitoria fecham os olhos, não aceitam a realidade, ficam crianças obedientes às Orientações da UE de Bruxelas, que lhes assegura o pão salarial e obrigam a nós a pagar multas irreais, somente porque o Auditor identificou erros contabilísticos absurdos, não justificados, para agradar os seus senhores!

Estivemos perante gente, que, com toda a pressa possível, queria que aceitássemos as obrigações deles (eles diziam de Bruxelas!), mesmo reconhecendo que estávamos sem culpa. Que vergonha de cooperação! Em 33 anos de parceria com a UE, foi a primeira vez que encontramos gente de tal género, que è melhor não identificar, para não merecerem de estar na história! E tudo isso dificilmente acontece com ONGs internacionais residentes em Moçambique, cujos representantes sabem bem conviver com os funcionários da Delegação!

Precisa sair desta dependência financeira, correr atrás de concursos, procurando lobbies, que muitas vezes tem resultados negativos, preferindo a capacidade técnica de apresentação e a máxima fraqueza de realização… considerando que o Doador, dificilmente cria oportunidades de monitoria e de entendimentos sobre o real desenvolvimento das comunidades. Todos os problemas são financeiros e mais nada!

Precisa acabar de sermos moleques de especialistas de desenvolvimento, bem capacitados em meios electrónicos e que nunca puseram um pé no terreno e nunca souberam falar com a gente da terra. São mesmo funcionários e mais nada….ainda bem que a vida deles no lugar que ocupam è transitório… e depois de 4 nos desaparecem… sem deixar rastos de amizades e de factores positivos no desenvolvimento! São pessoas somente ligados à orientações dos Superiores deles e mais nada!

Ao contrário, as nossas ONG’s, pobres que sejam, permanecem e duma maneira ou outra vão continuar a dar serviços às comunidades pobres que querem crescer, apresenta propostas inovadoras, par muda os hábitos tradicionais e projectar elas para o crescimento sócio-económico!

As ONG’s devem encontrar formas de nunca mais depender dos Doadores!

È possível isso? Ou,  uma utopia?

 

Vou apresentar um exemplo vivo, que nos pode dar confiança neste sentido!

 

CONTINUA.......!

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Um abraço forte 

Domenico Liuzzi

Director Nacional da KULIMA

 

 

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